
Quando Joanna teria, afinal, um instante de paz, livre daquela paixão incestuosa por Shannon, seu meio-irmão?
Reencontrar Shannon, no calor da África, foi para Joanna como mexer numa fogueira: sob as cinzas, vivia ainda uma brasa, inflamada como seu coração apaixonado, ardente como o desejo nos olhos de Shannon.
Dez anos haviam se passado, dez longos anos em que não se viram uma só vez, tentando exorcizar o demônio maldito que queria unir duas almas separadas pelo destino. Sim, porque Joanna e Shannon eram meios-irmãos! Mas nem o respeito pela família, nem a sensação de culpa por viver uma paixão incestuosa. Nada impedia que aquele sentimento atordoante tomasse conta deles como um pecado, um doce pecado...


